Esse Negócio de Poesia
Esse negócio de poesia
é uma coisa compulsiva
'Cê acredita?
Peguei a caneta na mochila
E parei agora na esquina
Devido à ideia repentina
Se eu não fizesse, fugiria
Parece encosto, me azucrina
Quero sossego. Ô vida!
Até dando umazinha...
Ah, aí eu continuo... Se liga!
Vou deixar na mão uma rainha?
Mas, voltando ao que eu dizia,
esse troço vicia
Vou a um geneticista
Perguntar se é mal de família
E se ele me curaria
Mas será que eu gostaria?
domingo, 8 de junho de 2014
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